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quinta-feira, 26 de março de 2009

Confira os números do ataque do Palmeiras em 2009

A equipe até agora já marcou 45 vezes na temporada e você confere abaixo o raio-x dos gols do Verdão em 2009:

Gols marcados: 45

- 29 foram feitos com finalizações de dentro da área
- 4 de fora da área
- 6 de cabeça
- 29 marcados de pé direito
- 9 com o pé esquerdo
- 6 de pênalti

Artilheiros:

- Keirrison - 16
- Diego Souza - 6
- Lenny - 6
- Cleiton Xavier - 5

Assistências:

- Cleiton Xavier - 13
- Diego Souza - 9
- Willians - 5
- Lenny - 4
- Keirrison - 3
- Marquinhos - 2
- Ortigoza - 2

Imagem - Fabio Menotti

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O melhor ataque do milênio!

É isso mesmo torcedor, o ataque do Palmeiras nesses primeiros cinco jogos da temporada é o melhor desde 2000. Essa afirmação não se baseia na qualidade do sistema ofensivo da equipe, afinal com apenas 5 partidas seria arriscado avaliar o setor inteiro de um time em formação.

É com base em números que o site Lancenet! apresentou a comparação. O Palmeiras até agora fez 15 gols na temporada em 5 jogos, média de 3 por partida. Um número alto se levado em conta que o ataque foi o setor mais criticado do time na pré-temporada.

Além disso, o Palmeiras conta hoje com apenas 4 atacantes de ofício: Lenny, Max, Daniel e Keirrison. Em 2000 sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o Palmeiras também marcou 15 gols nos cinco primeiros jogos.

A diferença entre o Palmeiras de 2009 para o de 2000 é que o time atual tem 100% de aproveitamento nos 5 jogos, enquanto o de Felipão teve 3 vitórias, 1 empate e uma derrota. Confira agora quem já marcou pelo Verdão em 2009, além de uma análise dos atacantes da equipe:

Keirrison - 4 gols
Lenny - 4 gols
Cleiton Xavier - 4 gols
Edmílson - 1 gol
Evandro - 1 gol
Diego Souza - 1 gol

Atacantes do Palmeiras:


Keirrison - A principal contratação do Palmeiras para 2009. O jogador é adorado pela torcida e já marcou 4 gols em 3 jogos. Joga na área, mas tem qualidade para buscar o jogo fora dela, se movimenta bem e cabeceia com qualidade. É um atacante quase completo.


Lenny - Não agradava os torcedores pela falta de gols na equipe em 2008. Em 2009, porém, ele está mais forte, mais confiante e já marcou 4 gols em 5 jogos. Cai bem pelos lados, dribla bem e vai pra cima do adversário sem medo. Agora está concluindo muito melhor.


Max - É um jogador pesado, forte e pode muito bem fazer o pivô ou aproveitar sua altura no jogo aéreo. Não é muito utilizado por Luxa, pois o técnico montou uma equipe leve, de toque rápido que foge das características do jogador. Pode ser importante caso o treinador necessite mudar o esquema da equipe de uma hora pra outra. Tem entrado bem nas partidas.

Daniel - É jovem, veio das categorias de base e precisa ser lançado com calma no time profissional. Tem o estilo de jogo parecido com o de Lenny, mas é mais imaturo. Rápido, dribla bem e sabe fazer bastantes gols também.



Imagens - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

sábado, 17 de janeiro de 2009

Luxemburgo cita seleção de 70 para explicar improvisações no Palmeiras

Ficou claro no jogo-treino realizado pelo Palmeiras contra o Rio Claro na última quarta-feira que o time terá de improvisar jogadores no começo do Campeonato Paulista. Mesmo com a chegada de Keirrison, ao menos um jogador deverá ser improvisado no ataque, já que o Palmeiras conta com poucas opções para o setor.

Lenny, Max e Daniel ainda não tem muito crédito com Luxemburgo e devem ser deixados na reserva. Marquinhos seria titular não fosse a cirurgia que teve de fazer no último sábado. O jogador voltará aos treinos em 2 semanas.

No jogo-treino Luxemburgo utilizou os meias Diego Souza e Willians como atacantes e o resultado foi a derrota do time para o Rio Claro por 3 a 0. Além de não marcar nenhum gol, faltaram jogadas de ataque do time paulista.

“Na Vitória, o Willians fazia muito mais a função de um atacante com o Marquinhos, o Diego Souza também jogou assim no Grêmio”, afirmou Luxemburgo.

Luxemburgo, porém, não se abala com os improvisos e, inclusive, cita o exemplo da seleção brasileira campeã da Copa de 1970, no México. Naquela equipe, o Brasil teve de improvisar o meia Tostão no ataque e deu certo.

“Na Copa de 1970, o Tostão, que era um meia, atuou como atacante. Não é a primeira vez que um time atua sem um especialista na frente”, explicou Luxa, que não teme pela falta de entrosamento da equipe no início das competições.

“Ao longo da competição, esse time vai encaixar. De repente, pode chegar até na Libertadores, o Fluminense montou elenco ano passado e alcançou a decisão”, afirmou o treinador. Luxemburgo ainda falou sobre a opção de jogar com 3 zagueiros.

“Hoje, a característica do futebol brasileiro é atuar com três zagueiros. Não é o que eu mais gosto, mas temos que entender que não existem mais craques”, concluiu.

Imagem - Acervo/Gazeta Press