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segunda-feira, 23 de março de 2009

Diego Souza de 2º volante?

O meia Diego Souza cogitou após o jogo de sábado mudar sua posição em campo para ser chamado por Dunga para defender a seleção brasileira. O jogador pensou em jogar como 2º volante e afirmou que para isso teria de conversar com Luxemburgo antes.

“Às vezes penso que posso atuar mais recuado, como segundo volante, para ter mais chances na seleção. É algo que estou pensando, que poderia conversar com o Vanderlei e ver a opinião dele. Mas sei que o time necessita de mim também atuando mais próximo da área. Gosto de jogar nas duas funções. O mais importante é eu continuar crescendo, pois uma eventual convocação para a seleção brasileira será conseqüência do meu trabalho”, revelou Diego.

O meia começou jogando com volante quando iniciou a carreira, mas com o decorrer do tempo mudou de posição, tornando-se quase um terceiro atacante. Na minha opinião, Diego rende muito mais como 4º homem do meio-campo, ou 3º atacante, como preferirem.

Ele não tem tanta velocidade e quando consegue fazer “fila” no ataque é muito mais por sua qualidade no drible e na força física do que pela velocidade. Ele finaliza bem e seria um desperdício sacar um volante de marcação para utilizá-lo no setor.

Tudo bem que o meio-campo ganharia muito na saída de bola, mas Diego por vezes demora demais para soltar a bola e como marcador não é tão eficiente. É um bom jogador de ataque e teria de se adaptar muito bem para jogar de 2º volante.

Não é impossível, haja vista o caso de Anderson no Manchester, mas o próprio técnico Dunga prefere utilizar dois volantes de marcação forte à utilizar um jogador que saiba sair jogando.

Por último, Diego poderia atrapalhar-se com Cleiton Xavier, que joga quase no mesmo setor pretendido pelo camisa 7 do Verdão. “Gosto da função que eu faço e acho difícil mudar. Não consigo ficar muito longe do gol”, afirmou Diego.

De qualquer jeito o rendimento de Diego Souza cresceu muito em 2009. Já são 6 gols e 7 assistências. Sem dúvidas é uma peça fundamental no ataque.

Imagem - Eduardo Nicolau/AE

sábado, 26 de julho de 2008

Dunga na seleção: agora vai?

Após o fiasco na Copa do Mundo de 2006 com a trágica eliminação para a França (de novo eles), Carlos Alberto Parreira deixou a seleção para que houvesse uma "renovação". Esperava-se a chegada de um técnico vencedor. Nomes não faltavam: Muricy Ramalho, Abel Braga, Vanderlei Luxemburgo, Paulo Autuori. Quem foi chamado? Dunga. Dunga? Técnico de qual time? Quantos títulos como técnico?
Enfim, uma aposta de Ricardo Teixeira para tentar mudar a imagem que ficou na Copa quando com o time perdendo Parreira não se levantava do banco, não passava instruções e não cobrava atitude de seus comandados. Sempre enérgico em campo, Dunga passou aos brasileiros a sensação de que agora teríamos um time guerreiro, que jogaria com raça e dedicação 90 minutos (mais os acréscimos), assim como fazia Dunga durante sua carreira.
É claro que com essa raça e dedicação, teria que haver um esquema que favorecesse nossas grandes estrelas e, notavelmente os melhores jogadores do mundo: Ronaldinho Gaúcho e Kaká. O que aconteceu foi um pouco diferente. Com os dois no banco de reservas, Dunga optou por um esquema 'cauteloso', jogando com três volantes contra a poderosa seleção da Noruega. Postura que se mantém hoje com Gilberto Silva, Mineiro e Josué.
Agora com a seleção olímpica, todos pensamos: agora vai ser diferente. Um meio campo com Lucas, Hernanes, Anderson e Diego. Só jogadores com refinado toque de bola e habilidade indiscutível. Porém, doce ilusão. Dunga treinou o time com três zagueiros, dois volantes que praticamente não passaram do meio-campo, dois alas cautelosos e uma disputa entre Diego e Ronaldinho para ver quem faria a armação do time.
Mesmo com um time que não apresenta e não dá sinais de que vai jogar um futebol brilhante, só podemos torcer para que dê certo e que o Brasil volte com o tão sonhado Ouro Olímpico. Será que dessa vez ele vem?