Os jogadores e o técnico do Palmeiras, Muricy Ramalho, concederam entrevistas aos jornalistas após o jogo contra o Grêmio. Confira agora, os principais trechos das entrevistas exibidas nos sites Globo Esporte. com, Lancenet e Gazeta Esportiva.net:Marcos
- Sobre o empate: “O time jogou bem e criou chances. Não foi tão bom quando poderia ter sido, mas foi bom também. É bom errar um pouco para não nos sentirmos no topo, porque vamos ter dificuldade o campeonato todo”.
- Sobre o gol sofrido: “Cobramos muita concentração durante a semana. Não estou fazendo uma crítica, mas, na hora da falta, o Ortigoza deveria ter reclamado com o árbitro na frente da bola. Ele reclamou do lado. O jogador do Grêmio cobrou rápido, estava tudo errado atrás e aí tomamos o gol”.
- Sobre uma possível retranca gremista: “Só bati um tiro de meta no segundo tempo. Os times vêm muito fechados para enfrentar a gente aqui. Já havíamos tido dificuldades contra o Fluminense, o Santo André. É assim mesmo. Às vezes é mais fácil até jogar fora de casa, porque o time está pressionado pela torcida para sair para o ataque”.
Muricy Ramalho- Sobre o empate: “Foi um resultado justo, um jogo bom até o final e emocionante. Temos que continuar somando pontos e, no Brasileiro, você tem que abrir mão às vezes: foi um jogo muito aberto em que poderíamos ter perdido. Então, um ponto não é ruim”.
- Sobre a atuação da equipe: “O time está bem. No primeiro tempo, foi uma equipe de velocidade, de chegada no gol do adversário, que não teve muita paciência porque é muito veloz. No segundo tempo faltou um pouco isso, ficamos mais separados em campo e o Grêmio tomou conta do meio, mas conseguimos equilibrar de novo”.
- Sobre o tropeço em casa: “Em casa, a gente nunca fica satisfeito quando empata, mas o Grêmio é um time duríssimo e isso, às vezes, mostra que temos que fazer um pouco mais. Dizer que perdemos dois pontos seria uma injustiça com o Grêmio pelo que eles jogaram. O resultado foi justo”.
- Sobre a decisão de Traffic e Palmeiras de não negociar ninguém: “Os jogadores ficam mais confiantes, estão com a vida definida. Ficavam pensando se iam morar de vez aqui ou se iriam mudar. O jogador fica concentrado e pensa nisso o tempo todo, mas agora já está tudo definido”.
- Sobre a liderança: “temos que nos manter em primeiro, porque foi difícil chegar e a briga é essa. O título de campeão do primeiro turno não tem tanto valor, a nossa briga é para ficar na frente”.
Cleiton Xavier- Sobre o empate: “Hoje, perdemos dois pontos pelo primeiro tempo que tivemos. No segundo o jogo ficou mais truncado, mais difícil. Mas pelo primeiro tempo, merecíamos os três pontos”.
Wendel
- Sobre o empate: “É um jogo que não podíamos ter perdido os dois pontos, mas pela dificuldade da partida e pela qualidade do Grêmio, não podemos descartar esse ponto”.
Danilo
- Sobre o empate: “Perdemos muitas chances no primeiro tempo e depois eles equilibraram. Foi um jogo bom para a torcida. Mas temos um time forte e, do mesmo modo que o Grêmio dificultou aqui, temos condições de superar eles em Porto Alegre”.
Imagens - Eduardo Viana; Ari Ferreira e Eduardo Viana, novamente



- Sobre a atuação da equipe: “O Palmeiras foi melhor no segundo tempo. Tivemos chances de empatar, mas eles acabaram matando o jogo. A gente sabe que o Inter tem um grupo forte e independente de quem estaria jogando iria ser difícil”.
- Sobre seu gol e a comemoração: “Precisava marcar no Palestra Itália, ainda não tinha feito perto da torcida. Joguei a camisa e não percebi onde foi parar, mas ainda bem que o segurança do Palmeiras trouxe de volta”.
- Sobre a atuação do Palmeiras: “O Palmeiras conseguiu dominar, criou chances, perdeu alguns gols, mas venceu o jogo. Isso é o mais importante”.
- Sobre o posicionamento de Cleiton Xavier na partida: “O Cleiton Xavier, talvez, seja o jogador ao lado do Pierre que rouba mais bolas no time. Ele joga com as mesmas características do Hernanes, que sai para o jogo e marca. Mas isso é opção do técnico, se você ganha é bestial, mas se perde é uma besta. Estou acostumado com isso”.

- Sobre Keirrison: “O Keirrison é refém do seu próprio sucesso. Todos nós somos assim. Se ele não chegasse tão badalado não teria essa cobrança. Quando voltar a marcar, vão pedir que ele seja convocado. Se fizer gols em um amistoso da seleção, vão pedir convocação para a Copa. É assim”.
- Sobre Neymar: “Não tem que proteger o Neymar, tem que se proteger a violência contra ele. As faltas normais têm que ser encaradas como normais, para ele também vai ser bom ficar exposto como um atleta normal. Não pode ter uma proteção de alguém encostar aí ser falta. Não pode ter uma proteção”.
Diego Souza
