Mostrando postagens com marcador STJD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador STJD. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de junho de 2009

STJD quer punir Diego Souza por carrinho!

É isso mesmo, torcedor! O meia Diego Souza será julgado nesta sexta-feira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por conta de uma jogada no jogo contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

No lance o jogador deu um carrinho no zagueiro André Dias, que pulou e caiu de maneira brusca no chão e ficou desacordado. Pelo lance o jogador não recebeu nem cartão amarelo. Ao saber do julgamento Diego ficou muito irritado, e com razão.

“Não aconteceu nada no lance. Até comentei com o André Dias depois sobre o susto que ele deu em nós. Isso está virando uma rotina estressante na vida dos jogadores. Qualquer coisa querem levar para os tribunais. Isso está estressando bastante”, afirmou o jogador.

Não quero entrar na polêmica que o jogador levantou sobre uma possível perseguição contra ele, pois acredito que isso não ocorra. Mas ao ver um tribunal julgando um carrinho em que o árbitro nem ao menos advertiu o jogador só consigo pensar em uma coisa: Onde foi parar a autoridade de um árbitro no campo de futebol?

Esse julgamento apenas deixa claro que a visão, interpretação e trabalho do árbitro no jogo foi inútil, perante o STJD. O tribunal não respeita mais o trabalho do árbitro, que deveria ser considerado a força máxima dentro das 4 linhas.

Só falta agora o STJD mandar voltar o jogo para que o Keirrison bata o pênalti não marcado pelo juiz da partida. A súmula deve ser o documento principal da partida e não as imagens. Caso contrário as imagens deveriam ser consideradas para marcar tudo: impedimentos, gols, faltas, etc.

E, ainda, as imagens nesse caso podem fazer com que Diego seja suspenso por uma jogada considerada violenta pelo Tribunal, mas isso não é errado? É só pensarmos que o número de câmeras do jogo entre Palmeiras e São Paulo era muito grande, visto que era um clássico.

Será que para o jogo entre Santo André e Náutico haverá no campo o mesmo número de câmeras em relação ao clássico paulista?

Caso não haja, podemos imaginar então que as chances de uma jogada como essa ser flagrada e julgada em um jogo sem tantas câmeras presentes é muito menor do que em jogos considerados mais importantes.

Ou seja, os times que demandam um número maior de câmeras em seus jogos teriam chances maiores do que outros para serem flagrados e julgados e isso é errado.

Diego pode pegar de duas a seis partidas de suspensão, mas deve ser absolvido.
Imagem - Ari Ferreira

terça-feira, 2 de junho de 2009

Pierre é absolvido e está livre para pegar o Vitória

O volante Pierre foi julgado nesta segunda-feira no STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) pela expulsão no jogo contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo foi realizado no estádio Beira-Rio e era válido pela segunda rodada da competição.

Pierre foi julgado pelo artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Pelo artigo, que se refere ao ato de praticar jogada violenta, o volante poderia ter tomado uma suspensão de dois a seis jogos.

Ele, no entanto, foi absolvido por unanimidade e, como já cumpriu a suspensão de um jogo no empate contra o São Paulo, o jogador está livre para o jogo entre Palmeiras e Vitória, no próximo domingo às 16h no Palestra Itália.

Imagem - Ernesto Rodrigues/AE

sábado, 13 de dezembro de 2008

STJD começa a investigar o caso de Wagner Tardelli

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva começou a investigar nesta sexta-feira o caso dos ingressos para o show da Madonna que foram enviados pelo São Paulo à Federação Paulista de Futebol.

Ontem foram ouvidas 6 pessoas pelos auditores do STJD, segundo o site Gazeta Esportiva. Net: Reinaldo Carneiro Bastos (vice-presidente da FPF), Lílian Cristina Cardoso (secretária da FPF), Maria Estela (secretária do São Paulo), Sérgio Corrêa (presidente da comissão de arbitragem da CBF), Marco Polo Del Nero (presidente da FPF) e o árbitro Wagner Tardelli.

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, ainda não foi ouvido. “Ele não foi intimado, esqueceram de mandar para ele. Quando saiu a lista dos intimados, não estava o nome do Juvenal. Assim, o Rubens (Approbato Machado, presidente do STJD) incluiu depois o nome dele, mas esqueceram de mandar a intimação. Na próxima semana, na quarta-feira, o Juvenal vai ao Rio de Janeiro falar no Tribunal”, informou Kalil Rocha Abdalla, diretor jurídico do São Paulo.

O dirigente ainda aproveitou para explicar a situação e criticar o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero. Kalil na fez críticas diretas à diretoria do Palmeiras, mas mostrou desconforto pelo caso do gás do vestiário do Tricolor na semifinal do Paulistão desse ano ainda não ter sido resolvido.

“Não temos susto de nada. Ele imaginou que a possibilidade de o São Paulo ganhar acabaria ofuscando o Palmeiras, que fez investimentos. Por causa desta situação, ele tentou fazer isso. Nós mandamos para a Federação como forma de cortesia à entidade, da mesma forma como enviamos para Governo, Assembléia Legislativa... Mas nós mandamos no dia 1º e o sorteio da arbitragem aconteceu apenas no dia 3. Ou seja, nem sabíamos que seria o árbitro. Como o Marco Polo não estava, enviamos alguns para o Reinaldo Carneiro Bastos, vice, para a Lilian, secretária. Não mandamos convite para o árbitro”, revelou o dirigente.

Marco Pólo levantou suspeita sobre a partida do São Paulo contra o Goiás por conta dos ingressos enviados. Se o tribunal chegar à conclusão de que a denúncia era falsa, o dirigente pode ser afastado de 90 a 360 dias.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Maurício será julgado no STJD

A desastrosa derrota contra o Botafogo pela última rodada do Campeonato Brasileiro ainda repercute e muito no Palmeiras. O zagueiro Maurício foi expulso no vexame do Palestra e agora será julgado pelo STJD.

O jogador foi acusado de praticar um ato desleal e inconveniente, artigo 250, e pode pegar de um a três jogos de suspensão que serão compridos na próxima temporada.

domingo, 30 de novembro de 2008

A maldita mala branca

O já tão discutido assunto da mala branca do futebol voltou à tona, afinal estamos no fim de um campeonato. O meia do Palmeiras Evandro afirmou há poucos dias que ano passado, quando defendia o Atlético PR, recebeu junto com os outros jogadores uma quantia para que tirassem pontos do Corinthians.

O dinheiro foi dado, segundo o jogador, pelo Goiás que na época brigava com a equipe paulista contra o rebaixamento. O jogo acabou 2 x 2, mas Evandro afirma que o dinheiro nem sequer passou pela sua cabeça durante o jogo. Mas os jogadores aceitaram o prêmio e comemoraram o empate no vestiário.

O meia Hugo também afirmou que já recebeu a mala branca quando estava no Juventude em 2003, mas não revelou mais detalhes. Todas essas revelações fizeram com que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva, por meio de seu Procurador-Geral, Paulo Schmitt, resolvesse abrir um inquérito para revelar o caso.

Será difícil, pois esses acordos acontecem cada vez mais “por baixo dos panos”, nos bastidores do futebol. Esse artifício é completamente errado e antiético. O jogador é pago para jogar e buscar a vitória sempre, ele deve satisfações ao clube que paga os seus salários e principalmente à torcida.

Os times tem de entrar buscando a vitória naturalmente, e não apenas porque receberam uma certa quantia de um clube interessado no resultado do jogo. Triste é saber que isso continuará. O STJD possui provas o suficientes para investigar o caso e punir os culpados, nesse caso quem recebe e quem entrega a mala branca.

Imagem - Editoria de arte/Globoesporte.com

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Na mira do STJD

Na rodada do último sábado, válida pela Série B, o Corinthians foi um dos protagonistas de uma cena lamentável. O que era para ser apenas uma falta normal na disputa pela bola, se transformou em uma briga generalizada. A disputa foi entre Elias e Batista que levantaram o pé excessivamente. No tumulto, Morais e Marquinhos trocaram socos e chutes. Jogadores reservas dos dois times invadiram o campo, além de boa parte das comissões técnicas.
Porém, esse tumulto, provavelmente, não acabou no gramado. Os quatro envolvidos na briga podem pegar uma suspensão grande caso sejam denunciados por agressão física, como está descrito no artigo 253 (Praticar agressão física contra o árbitro ou seus auxiliares, ou contra qualquer outro participante do evento desportivo) do onde a pena varia de 120 a 540 dias de suspensão. Através do video-tape que deverá ser requisitado, outros envolvidos também podem acabar denunciados pela Procuradoria.
Em 2008, o meia Morais já passou pelo banco dos réus do STJD, quando ainda jogava pelo Vasco. O jogador acabou expulso no clássico diante do Fluminense e pegou uma partida de suspensão em sessão realizada no dia 4 de agosto, pela Primeira Comissão Disciplinar. O jogador respondeu ao artigo 250 (Praticar ato desleal ou inconveniente durante a partida) do CBJD, onde a pena é de suspensão de um a três jogos. Por ter sido suspenso, Morais é considerado reincidente.