Mostrando postagens com marcador confusão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador confusão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Diego Souza e Domingos são denunciados no TJD

Os jogadores Diego Souza, do Palmeiras e Domingos, do Santos foram denunciados pela procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) por terem iniciado uma confusão no jogo entre Palmeiras s Santos, pela semifinal do Paulistão.

Na súmula do jogo consta que os dois trocaram cabeçadas e empurrões e foram expulsos. Diego ainda voltou ao campo e deu uma rasteira em Domingos. O julgamento estava marcado para a próxima segunda-feira, mas foi adiado para o dia 4 de maio.

Diego foi denunciado pelos seguintes artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva:

- 255 - ato de hostilidade: Prevê pena de 1 a 3 jogos, mas o meia foi denunciado três vezes nesse artigo e sua pena pode triplicar;
- 253 - praticar agressão física: Prevê pena de até 540 dias;
- 274 - invadir local destinado à partida ou nele ingressar sem a necessária autorização: Prevê pena de até 720 dias.

As penalidades serão somadas e são válidas para competições nacionais. Já Domingos será julgado pelo 255 e pode pegar de 1 a 3 jogos de suspensão. O zagueiro, porém, está livre para jogar a segunda partida da final.

Legalmente Domingos não pegará uma pena pesada, mas é triste observar que o futebol brasileiro ainda se presta a certas “malandragens” que só servem para incentivar a briga entre torcidas e jogadores. Aos torcedores resta ouvir o discursinho hipócrita de jogadores e técnicos que pedem pela paz antes dos jogos, mas incentivam a violência quando a bola rola.

Diego deve sim ser punido, pois errou feio, mas é duro ver que o zagueiro que só entrou para cavar a expulsão do meia, mesmo que esta lhe custasse também a sua expulsão, pegará no máximo 3 jogos de suspensão.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Diego se defende e afirma que Domingos só entrou para cavar sua expulsão

O meia Diego Souza concedeu entrevista coletiva após o jogo entre Palmeiras e Santos, no último sábado, e explicou o que aconteceu entre ele e o zagueiro Domingos, do Santos, no final da partida.

“As imagens valem mais do que mil palavras e mostram que o Domingos só entrou para me provocar. Além disso, eu sequer encostei nele. Nós estávamos conversando quando o Sálvio veio e me expulsou. Na hora, me revoltei porque, mais uma vez, estava sendo expulso injustamente”, afirmou.

“Assim que o Domingos entrou, o Vágner [Mancini, técnico do Santos], me chamou na lateral do campo e afirmou se eu seria homem o suficiente de dar uma cotovelada no Domingos. Foi tudo premeditado. O Mancini é um treinador que está construindo uma trajetória muito bonita e não precisava disso”, continuou o meia, que ainda revelou o que Domingo lhe disse.

“O Domingos perguntou se eu era mesmo bom de briga. Sei que não deveria feito aquilo, mas voltei para ver se ele tinha mesmo aquela atitude. Quando eu cheguei perto, ele caiu. Na minha opinião, foi covarde”, revelou.

“Coloquei a integridade dos meus companheiros em risco e peço perdão por isso. E peço desculpas à torcida, pois minha única intenção era honrar a camisa do Palmeiras da melhor maneira possível. Deixo o estádio com sentimento de injustiça e chateado. Tenho uma família linda e luto para fazê-la tranquila e feliz. Mas minha atitude de hoje [sábado] não foi para deixá-la assim”, afirmou Diego, quase chorando.

Esta é a segunda vez que Diego Souza é expulso por Sálvio Spinola de um clássico decisivo. A primeira vez aconteceu na partida entre Palmeiras e São Paulo no Palestra Itália, ano passado, quando o árbitro expulsou o meia e também o atacante do São Paulo, Borges.

Os dois, na ocasião, foram expulsos depois do são Paulino impedir que o Palmeiras desse a saída rapidamente após o gol de Rogério Ceni. Eles se empurraram e receberam o cartão vermelho de imediato.

Na época a expulsão foi muito polêmica, mas justificada. Caso não tomasse uma séria atitude naquele início de jogo, Sálvio poderia ter perdido o controle do jogo. Desta vez, porém, o árbitro expulsou os dois jogadores sem ao menos pensar no que fazia.

Por seus primeiros atos nenhum dos dois merecia a expulsão, muito menos o cartão vermelho logo de cara. Pior para o Palmeiras, que perdeu o jogador que poderia decidir o jogo e viu o meia perder a cabeça ao agredir o zagueiro, que naquele momento não faria falta nenhuma ao esquema de Vagner Mancini.

Eu, porém, considero a atitude do jogador Domingos também ridícula. Sim, faz parte do jogo, mas não de um jogo limpo. Entrar para cavar a expulsão de um jogador é algo que não deveria ter cabimento no futebol atual, assim como a agressão de Diego.

A atitude de Domingos não justifica o que fez Diego Souza, mas as autoridades do futebol precisam agir! Querem acabar com a violência nos estádio? Então parem de passar a mão na cabeça dos jogadores!

Os dois deveriam ser punidos seriamente, pois assim entenderão que cada um deles com suas atitudes conseguiram inflamar ainda mais o nervo daqueles 26 mil torcedores presentes no estádio.

É de se agradecer que não tenha ocorrido nenhum tipo de problema entre as torcidas fora ou dentro do Palestra Itália. O que acontecerá com os dois? Domingo nem deverá ser julgado e Diego deverá pegar um gancho de 120 dias, cumprir 20 e depois verá sua pena cair para 100 cestas básicas.

O futebol apenas reflete a sociedade. Se a justiça do esporte permite que haja violência entre os jogadores, como é que poderemos pedir pela paz entre os torcedores?
Esse é o relato do árbitro Sálvio Spinola na súmula da partida.

“Expulso por trocar cabeçada com adversário fora da disputa de bola. Informo que, após a expulsão, o referido jogador empurrou seu adversário, derrubando-o. Após esta ocorrência, o jogador Diego Souza foi contido por jogadores de ambas equipes e depois disso retornou ao campo de jogo e atingiu novamente o jogador Domingos Nascimento com outro empurrão. O jogador Diego Souza foi levado ao túnel de seu vestiário pelos jogadores, entretanto retornou correndo ao campo em direção ao jogador Domingos Nascimento e aplicou-lhe uma rasteira”.

Imagens - Marcos Ribolli/Globo Esporte.com, Tom Dib, AE, Nilton Fukuda/AE e Evelson de Freitas/AE
Vídeo - Globo.com

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Segurança reforçada para o duelo entre Sport e Palmeiras

O torcedor do Palmeiras que for a Recife acompanhar a partida entre Sport e Palmeiras pela Libertadores pode ficar tranquilo. Pelo menos é isso que afirma o juiz coordenador do Juizado Especial do Torcedor, Ailton Alfredo Souza.

Aílton afirmou que cerca de 650 policiais estão mobilizados para garantir a paz dentro e fora da Ilha do Retiro na partida desta quinta-feira. Nem mesmo a confusão que envolveu torcedores e policiais no jogo entre Sport e Santa Cruz, no último domingo, preocupa Aílton.

“O que aconteceu no clássico foi porque existe uma rivalidade regional. Na Libertadores será diferente. O falatório ficou por conta dos dirigentes dos clubes, há duas semanas, mas não deve acontecer nada na partida, até porque o povo está consciente e querendo que Pernambuco receba partidas da Copa de 2014”, afirmou.

Os torcedores do Palmeiras serão escoltados pela polícia na chegada e na saída do estádio da Ilha do Retiro para que não haja brigas e confusões com a torcida do Sport.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Justiça autoriza David a assinar contrato com outra equipe

Com uma liminar da Justiça do Trabalho, o zagueiro David conseguiu se desvincular do Palmeiras e agora está livre para assinar com qualquer outro clube do mundo, muito provavelmente o Panathinaikos, da Grécia, que já negociava com o jogador.

Após a decisão judicial, que ocorreu na semana passada, o advogado do jogador, Marcelo Soares, procurou a CBF e nesta segunda-feira a situação de David no BID, Boletim Informativo Diário, foi alterada. Lá consta agora que seu contrato está encerrado.

“A CBF nos informou que a alteração seria feita nessa segunda. Com essa liminar, ele está livre até uma decisão final do juiz. Antes disso, essa situação só vai se modificar se o Palmeiras conseguir derrubar essa medida”, revelou Leonardo Laporta Costa, parceiro de Marcelo no caso.

O Palmeiras havia assinado um contrato com David válido até dezembro de 2008. Porém, com a valorização do garoto a diretoria propôs um novo contrato com um grande aumento salário que valeria até dezembro de 2010.

Na época o jogador aceitou e chegou até a conceder uma entrevista sobre o novo contrato ao diário Lance! A entrevista foi publicada no diário no dia 20 de maio de 2007. Confira abaixo um trecho:

“Para mim foi uma satisfação muito grande (renovar o contrato). Sou palmeirense desde criança, de acompanhar jogo em estádio e torcer pelo clube. Por isso minha continuidade aqui é um sonho. O Palmeiras é um clube que honra seus compromissos”, afirmou David.

Essa entrevista foi usada no último domingo no programa Mesa Redonda, da Gazeta, pelo vice de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo, para provar que David assinou o contrato porque quis.

David, hoje, afirma que foi coagido a assinar o novo contrato que, segundo ele, é de gaveta. O Palmeiras garante que tudo feito dentro da lei e que o zagueiro foi até muito valorizado na época com o novo contrato e o salário muito maior.

O Palmeiras tenta agora derrubar a liminar para impedir que o zagueiro acerte com o clube grego.

Imagem - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Se for para a Grécia, David se perderá como tantos outros pelo mundo do futebol!

Caso a negociação entre o zagueiro David e o Panathinaikos , da Grécia, ocorra fica apenas uma sensação de déjà-vu no ar. Um atleta com potencial para estar na seleção e ser titular do Palmeiras ou outro clube na Europa acaba indo para um país sem tradição alguma no futebol.

Lá ficará desaparecido do mundo do futebol e aparecerá depois de 10 anos, velho, afirmando que deveria ter ficado no Palmeiras. Se ficar no Palmeiras é óbvio que David brigaria pela titularidade e conseqüentemente poderia conquistar espaço em um clube europeu.

Porém, o jogador acaba aceitando uma proposta milionária que conseqüentemente o tira de sonhos como seleção, Copa do Mundo. Creio que ainda estamos em um mundo em que as palavras citadas na linha acima significam alguma coisa, certo?

David surpreende a diretoria e pode ir para a Grécia

O zagueiro David, formado nas categorias de base do Palmeiras, não apareceu na reapresentação do elenco nesta segunda-feira. O motivo? O jogador alega que não tem mais contrato com o Palmeiras.

O jogador já acerta os últimos detalhes para confirmar sua transferência ao Panathinaikos, da Grécia, em uma transação que não renderia nada ao Palmeiras. O contrato de David com o Palmeiras terminou em dezembro de 2008, mas o clube paulista afirma que já havia feito um contrato com o jogador por mais dois anos.

O site da CBF ainda indica o contrato anterior válido até o fim do ano passado, mas o contrato, segundo o Palmeiras, foi protocolado na Federação Paulista ainda em 2008. O clube afirma já ter acionado a FIFA, a CBF e o clube grego, pois não aceita perder o jogador.

“O Palmeiras já notificou a Fifa, a CBF e o Panatinaikos, que é o clube que ele pretende defender. O contrato dele por mais dois anos, no mínimo, foi protocolado na Federação Paulista antes do término do expediente de fim de ano”, afirmou o vice de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo nesta segunda-feira.

“O David demonstrou ser um bom menino, mas está mal influenciado. Ele assinou contrato com o Palmeiras, com todos os requisitos da lei, recebeu tudo o que foi direito. Não é de gaveta. Agora, está falando que não tem contrato. É uma pena. Nós pagamos tudo direitinho a ele, inclusive durante o tempo em que ficou machucado (operou o joelho no ano passado)”, concluiu o dirigente.

Marcelo Ortiz, procurador do jogador, afirmou que é contra a postura de David no caso e, inclusive, está fora das negociações com o Panathinaikos. Segundo Ortiz, o contrato com o Palmeiras por mais dois anos é legítimo e na época o jogador até recebeu um aumento salarial da diretoria.

“'Ele não me consultou. Algumas pessoas venderam o caminho do sol para ele sem dizer que também existe a parte obscura. O jogador está sendo levado a tomar essa atitude, que é surpreendente para mim”, afirmou o empresário ao site Gazeta Esportiva.net.

“Dei uma casa ao jogador, investi R$ 250 mil nele. Ninguém é criança. Estou esperando ver o que acontece. Mas ainda tenho expectativa que o atleta possa me procurar para fazer a coisa de forma correta. Por enquanto, o David não fala comigo, está com vergonha”, revelou Ortiz.
Imagem - Arquivo/AE

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Bem menos Diego Souza...


A confusão envolvendo o meio-campista Diego Souza e o presidente do Palmeiras, Afonso Della Mônica, nos últimos dias levanta a questão da subordinação em uma empresa. Afinal, se o futebol está cada vez mais comercial é natural que seja tratado como tal.

O presidente da empresa, insatisfeito com o rendimento de um funcionário, lhe faz uma cobrança lembrando que sua contratação foi algo extremante complicado e por isso espera que o profissional melhore seu desempenho.

O único erro de Della Mônica foi ter feito essa cobrança publicamente, quando ela deveria ter ocorrido em uma sala, com as portas fechadas. Diego se revoltou contra a declaração do presidente, mas se parar pra pensar, perceberá que não jogou o que todos esperavam.

Não é certo culpá-lo sozinho pelas derrotas do Palmeiras, mas é certo cobrá-lo pelas suas atuações. Diego tem sim futebol para ser um ídolo da torcida palestrina, mas precisa começar a jogar bem e evitar criar confusões, principalmente com o presidente da empresa.
Imagem - Ari Ferreira/Lancepress!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Clima "pesado" no treino de quarta do Palmeiras

Uma jogada mais ríspida entre Roque Junior e Thiago Cunha provocou um leve desentendimento entre os jogadores no treino da última quarta-feira no Palmeiras.
Em entrevista aos jornalistas após a atividade Roque afirmou que o que aconteceu é algo normal e não deve ser encarado como uma briga ou algo que possa desestabilizar o grupo.
Bem humorado o zagueiro ainda brincou com um dos jornalistas perguntando se o mesmo era sempre calmo na redação.