quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Real Potosí 0 x 2 Palmeiras - Análise do jogo

Súmula

O Palmeiras venceu o Real Potosí nesta quarta-feira por 2 a 0 em partida válida pelo jogo de volta da pré-Libertadores de 2009. Os gols do Verdão foram marcados pelo meia Cleiton Xavier e pelo atacante Keirrison

Como foi a partida?

O Palmeiras começou o jogo tentando impor seu ritmo, mas os jogadores escorregavam com freqüência e a velocidade do time foi afetada. O Potosí não se mostrava desesperado para atacar, apesar de precisa de 4 gols para conseguir a vaga.

A velocidade e a trajetória da bola na altitude elevada de Potosí são diferentes das que os jogadores estão habituados e isso confundiu os jogadores do Palmeiras no início do jogo. O Real Potosí começou então a adiantar a sua marcação para sufocar o Palmeiras.

A tática deu certo em partes, pois o Palmeiras não conseguia mais tocar a bola e só dava chutões para frente. Keirrison, sozinho na frente, nada podia fazer. A zaga do Verdão cometia muitas faltas desnecessárias em torno na área que permitiam jogadas aéreas para os adversários.

O Potosí só conseguia atacar com as bolas aéreas que eram tranqüilamente abafadas pela zaga verde. Os efeitos da altitude, no entanto, começaram a ficar mais evidentes para o Palmeiras.
Bruno tinha dificuldade nas bolas aéreas, pois a trajetória e a velocidade da redonda são completamente diferente das que estamos aqui acostumados. Willians, após uma grande jogada individual em que acertou a trave, pareceu exausto e sentiu a falta do ar.

O Palmeiras não conseguia encaixar um contra-golpe e o Potosí insistia apenas nas jogadas aéreas. O ataque do Palmeiras quase não tocava na bola, mas a defesa não chegou a se sentir ameaçada.

Aos 29 minutos, Armero fez grande jogada pela esquerda e tocou para Keirrison na grande área. O artilheiro rolou para Cleiton Xavier que vinha de trás e soltou a bomba para marcar o primeiro do Palmeiras na partida.

Foi o quinto gol do meia em 5 jogos pelo Palmeiras. A esta altura o Potosí precisava fazer 6 gols e continuava a insistir pelo ineficiente jogo aéreo. O Palmeiras continuava a abusar das faltas perto da área, mas o Potosí desperdiçava suas oportunidades.

O Verdão, quando atacava, chegava à frente com Willians e Diego Souza abertos e Keirrison centralizado. O último, porém, era o único que não a necessidade real de marcar, já que os outros dois voltavam para fechar o meio.

No começo do segundo tempo, o Palmeiras parou de fazer faltas perto da área e o Potosí começou a tentar jogadas na base do toque de bola e de chutes de fora área. Todas essa jogadas não levavam perigo ao gol de Bruno e eram facilmente abafadas pela zaga.

Aos 9 minutos, Luxemburgo resolveu mexer no time. Tirou Willians, machucado, e colocou Jumar para reforçar a marcação no meio. Jumar era o jogador que dava o primeiro “bote” ao adversário contando com a sobra de Pierre.

Aos 16, nova mudança. Diego Souza se machucou e deixou o jogo para a entrada do veloz Lenny. Luxa queria agilizar os contra-ataques. Lenny, porém, abusou dos dribles e sofreu muitas faltas. Não conseguiu criar nada de eficiente no ataque.

O jogo seguia morno. O Potosí sabia que era praticamente impossível reverter a vantagem do Palmeiras e o alviverde jogava com calma, para não se cansar. Apenas esperava pelo erro do adversário para liquidar a partida.

E o erro veio aos 29 do segundo tempo, quando a zaga do Potosí recuou a bola fraco demais para o goleiro Mauro Machado e no meio do caminho Keirrison a interceptou. O atacante driblou o goleiro e tocou para o gol.

Foi o 5º gol de Keirrison em 4 jogos pelo Palmeiras. Com os 2 a 0, o Palmeiras apenas administrou o jogo e esperou o tempo passar para garantir a vaga na fase de grupos da Libertadores.
Agora o Verdão está classificado para o grupo 1 da Libertadores e estréia diante da atual campeã do torneio, a LDU, no dia 17 de fevereiro em Quito, no Equador. Além da LDU, Sport e Colo Colo, do Chile, também fazem parte do grupo. O Real Potosí está eliminado do torneio.

Imagens - Martin Alipaz/AE


Vídeo - Globo. Com

Entrevistas - Pós - Jogo

Os jogadores do Palmeiras concederam entrevistas aos jornalistas após o jogo contra o Real Potosí, na última quarta. Confira agora, os principais trechos das entrevistas exibidas nos sites Globo Esporte. com, Lancenet!, e Gazeta Esportiva. Net:

Keirrison:

· Sobre a altitude: “A dificuldade foi grande de respirar, mas conseguimos fazer o que o professor Wanderley pediu. Todos estão de parabéns pela dedicação, é bonito de ver”.
· Sobre o novo jogo na altitude contra a LDU: “É um novo jogo na altitude. Dificuldade sempre vai ter. Quem não enfrenta dificuldade não vence”.

Pierre:

· Sobre o sacrifício pela vaga: “Estou feliz com o resultado, a equipe está de parabéns, foi um jogo de sacrifício, todos se doaram. Muitas vezes faltou ar, mas conseguimos colocar o Palmeiras na fase de grupos da Libertadores".
· Sobre o clássico contra o Santos, domingo: “Vamos jogar esse clássico, precisamos estar focados no Campeonato Paulista”.
· Sobre a campanha de 2009: “Estamos no caminho certo. Agora é pensar no clássico de domingo, no Palestra Itália, diante do Santos”.

Cleiton Xavier:

· Sobre o jogo de domingo: “Já mostramos que podemos atuar nas duas competições (Libertadores e Campeonato Paulista). Só que nossa escalação vai depender do Vanderlei”.

Bruno:

· Sobre a vitória contra o Potosí:
“Foi importante sair com a vitória, não tomar gols. Deu para tirar o fantasma da altitude. Aqui é diferente de Sucre, mais complicado, mas fizemos uma boa adaptação”.
· Sobre o estilo de jogo do Potosí: “Sabíamos que eles iam cruzar muito a bola na área e chutar bastante. Sempre é difícil jogar aqui”.

Willians:

· Efeitos da altitude: “Passei um pouco mal no primeiro tempo. Tomei uma cotovelada no peito e senti ainda mais falta de ar. No vestiário fiquei um pouco tonto. Vários jogadores ficaram assim. Voltei bem no segundo tempo, mas senti novamente e fui substituído”.

Imagens - EFE
Fonte das entrevistas: Globo Esporte. com, Lancenet! e Gazeta Esportiva. Net

O melhor e o pior!

Você confere abaixo qual foi o melhor e o pior jogador do Palmeiras na partida contra o Real Potosí. Lembrando que os jogadores foram escolhidos de acordo com o seu desempenho apenas nesse jogo!

O Melhor!

Armero - O lateral marcou muito bem pelo seu lado do campo impedindo assim qualquer ação do Potosí pelo setor. Subiu ao ataque com muita eficiência e iniciou a jogada do primeiro gol do Palmeiras.

O Pior!

Maurício Ramos - O jogador foi o que mais sofreu com a altitude. Em algumas jogadas parecia perdido e chegou atrasado em várias disputas de bola. Cometeu muitas faltas desnecessárias próximas à área.


Imagens - Armero - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Maurício Ramos - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Palmeiras - Sinais

O Palmeiras está voando em certos fundamentos, deve estar alerta a outros e focar os treinamentos em determinado aspecto do time. Confira agora quais são eles!

Sinal Verde

Gols de Cleiton Xavier! O jogador já marcou 5 gols em 5 partidas disputadas pelo Palmeiras em 2009. Exatamente 1 por jogo. A média é incrível e, além disso, o meia vem jogando muito bem.

Sinal Amarelo

Saídas de Bruno nas bolas aéreas! É óbvio que a trajetória e a velocidade da bola na altitude atrapalharam, mas o goleiro apresenta certa dificuldade para sair nas bolas aéreas. Algo que pode e deve ser corrigido.

Sinal Vermelho

Possível cansaço da equipe! O Palmeiras disputou 4 jogos em 9 dias, mesclando titulares e reservas. Além disso, teve também a desgastante viagem à Bolívia. É necessário que o time faça um trabalho de relaxamento para que um possível desgaste não atrapalhe na seqüência da temporada.

Imagem - Google Images

Real Potosí 0 x 2 Palmeiras - Ficha técnica

Data: 05/02/09
Horário: 23h00 - horário de Brasília
Local: Victor Agustín Ugante, Potosí - Bolívia
Árbitro: Carlos Galeano (FIFA - Paraguai)
Auxiliares: Oscar Vera (FIFA - Paraguai) e Rodney Aquino (FIFA - Paraguai)
Gols: 1º - Cleiton Xavier, aos 29 minutos do primeiro tempo, após passe de Keirrison
2º - Keirrison, aos 29 minutos do primeiro tempo, após falha da defesa boliviana
Cartões Amarelos: Real Potosí: Suárez e Yeserotti

Notas:

Palmeiras

Bruno - 6 - Saiu mal do gol em algumas jogadas, também devido à altitude. De resto, foi bem.
Maurício Ramos - 5 - Cometeu muitas faltas desnecessárias próximas à área e no primeiro tempo parecia perdido em algumas jogadas.
Edmílson - 6,5 - Não teve muito trabalho e ficou mais preso à defesa. Foi bem quando solicitado.
Danilo - 6 - Quase não teve trabalho, mas foi nas jogadas aéreas. Saiu cansado.
(Jéci) - 6 - Entrou no final com o jogo já decidido. Não teve trabalho.
Fabinho Capixaba - 6,5 - Tímido no ataque, mas muito bem na composição da linha de defesa.
Pierre - 7,5 - No primeiro tempo anulou as jogadas do Potosí pelo chão e quase não cometeu faltas.
Cleiton Xavier - 8 - Marcou muito bem, desarmando com eficiência. Ainda fez um belo gol que deu tranqüilidade ao Palmeiras na partida.
Willians - 6,5 - Movimentou-se bem no ataque e fez algumas jogadas individuais. Depois, cansou-se.
(Jumar) - 6 - Entrou para apertar a marcação pelo meio e foi bem. Entrou com muita disposição e não cometeu muitas faltas.
Armero - 8,5 - Marcou muito bem, anulando as jogadas do Potosí pela esquerda. Não cometeu faltas pelo seu setor e foi muito bem no ataque. Fez grande jogada no lance do primeiro gol.
Diego Souza - 7 - Prendeu um pouco a bola no ataque, mas marcou bem no meio-campo fechando os espaços do adversário. Saiu machucado.
(Lenny) - 6 - Exagerou nos dribles e recebeu muitas faltas. Tentou se movimentar e apareceu bem no ataque sem levar perigo, entretanto, ao gol do Potosí.
Keirrison - 7,5 - Deu um bom passe para Cleiton Xavier no lance do primeiro gol e depois ficou isolado no ataque sem poder fazer muito. Mostrou oportunismo e fez um gol que deixou o Palmeiras ainda mais tranqüilo na partida.

Vanderlei Luxemburgo - 8 - Mesmo com uma equipe rápida e ofensiva, conseguiu segurar a pressão do potosí nos minutos iniciais com as bolas paradas. O time poderia ter aproveitado melhor os contra-ataques, mas a altitude atrapalhou de certa forma.

Real Potosí - 2 - O time é ruim! Jogando em casa, com a sua torcida e a ajuda da altitude, o time só conseguia chegar à área do Palmeiras com as bolas paradas. Um erro, pois seus jogadores não tem grande estatura. Pelo chão não tinha qualidade e deu adeus à Libertadores.
Imagem - EFE

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Palmeiras e seus esquemas táticos

O Palmeiras em 2009 apresenta diferentes formações táticas quando joga com sua equipe titular e reserva. A formação da equipe titular é mais ofensiva e mais agressiva, enquanto a reserva aposta num eficiente fechamento do meio-campo para evitar ataques do adversário.

É óbvio também que as equipes, hoje em dia, entram em campo com determinada formação técnica no papel, mas durante a dinâmica do jogo percebe-se que a postura do time é campo é diferente do que se pensava.

Confira agora a análise do esquema tático e dos setores da equipe titular e reserva do Palmeiras neste início de temporada:

Equipe titular


Jogadores: Marcos; Maurício Ramos, Edmílson e Danilo; Fabinho Capixaba, Pierre, Cleiton Xavier, Willians e Jefferson; Diego Souza e Keirrison
Formação no papel: 3-5-2
Formação na prática: 3-4-3


Marcos - Aparece em sua possível última temporada pelo Palmeiras. Será um líder em campo ao lado de Edmílson. Tem a sua frente uma zaga confiável, diferentemente do que ocorreu em 2008, e agora já não precisa deixar o gol em bolas paradas.


Linha de 3 na zaga:

Maurício Ramos - É um dos zagueiros que sai para dar o “bote”. Joga pelo lado direito da defesa e se apresenta bem no ataque. Quando Edmílson sai jogando, Maurício forma com Danilo uma dupla de zaga que deve estar atenta aos contra-ataques.

Edmílson - É o xerife da zaga verde. Atua como líbero quando o time é atacado, fica na sobra e é muito eficaz nos desarmes. Quando o time vai para o ataque, ele sobe e a bola sempre passa pelos seus pés para que ele distribua o jogo pelas laterais. Faz grandes lançamentos em profundidade aproveitando a subida dos alas.

Danilo - É um jogador muito bom nos desarmes e nas bolas paradas, mas não é muito rápido. Conta com a ajuda de Armero na marcação pelo lado esquerdo e por isso não possui dificuldades no setor, mesmo com a sua falta de velocidade em certos lances.

Linha de 4 no meio-campo

Fabinho Capixaba - É o ala pela direita e tecnicamente é o mais fraco do setor, mas compensa com muita velocidade e disposição. Quando Edmílson tem a bola, o jogador se projeta quase na linha de fundo para receber os lançamentos e, além disso, conta com a ajuda de Willians no setor, que acaba levando a bola para o meio. Tem a missão de fechar o lado direito do campo junto Willians e Maurício Ramos na sobra.

Cleiton Xavier - É um volante que joga pela direita. Desarma bem e sai com velocidade e qualidade pelo setor. Quando tem a bola naturalmente vai pelo meio, mas pode cair também pelas laterais, se necessário. Seus desarmes juntos com os de Pierre é que dão a tão falada velocidade do time no ataque.

Pierre - É o volante que joga pela esquerda, de olho nas subidas de Armero. Quando Cleiton Xavier ou Edmílson tem a bola, Pierre se projeta praticamente na linha de meio-campo, bem antes da linha da bola. É o cadeado do meio-campo alviverde. Marca com grande disposição no meio-campo para que a zaga não tenha problemas e possa se organizar.

Armero - É o quarto homem do meio-campo e atua como ala pela esquerda. No ataque recebe a ajuda de Diego Souza que, assim como Edmílson, aproveitam a velocidade do jogador para acioná-lo perto da linha de fundo. Lá o jogador cruza, ou tenta alguma jogada rumo à grande área. Quando a jogada está pelo direito, ele volta para fechar o meio-campo.

Linha de 3 no ataque:

Willians - É o atacante pela direita. Geralmente volta na marcação do volante adversário quando está sem a bola. No ataque espera a aproximação de Capixaba para partir pra cima dos zagueiros em jogada individual em direção à pequena área. Faz pressão na saída de bola pelo lado direito.

Diego Souza - É o atacante pela direita. Busca fazer tabelas com Armero, lançando para o lateral na linha de fundo. Quando tem o domínio da bola parte com ela pelo meio para tentar lançá-la para Keirrison ou chutá-la a gol.



Keirrison - E o atacante pelo meio. Saia da área apenas se for necessário distribuir as jogadas pelas laterais ou ainda para ajuda Cleiton no meio com tabelas. Quando as jogadas se desenham pelas laterais o jogador já parte em direção à pequena área para tentar o cabeceio. É a referência no ataque do Palmeiras.

O Palmeiras titular joga pra frente sempre e fecha o meio-campo quando está sem a bola para permitir a recomposição do trio de zaga. Os alas apóiam com freqüência e os 3 atacantes se movimentam muito.

Equipe reserva

Jogadores: Bruno; Maurício, Jéci e Paulo Miranda; Wendel, Jumar, Sandro Silva, Evandro e Jefferson; Lenny e Max
Formação no papel: 3-5-2
Formação na prática: 3-4-2-1

Bruno - Grita muito com o time e tem qualidade. Será o sucessor de Marcos quando este se aposentar.


Linha de 3 na zaga:

Maurício - Saia para dar o bote, mas às vezes abusa das faltas. Ainda não jogou em 2009, pois Luxemburgo prefere escalar a zaga titular com joga com a equipe reserva por conta do entrosamento.

Jéci - É o mais experiente da zaga. Joga como líbero e não tem tanta qualidade para sair jogando. Não faz, obviamente, o papel de Edmílson no time titular. Jéci fica mais preso na sobra orientando os outros 2 zagueiros.



Paulo Miranda - Ainda não jogou em 2009 e quase não teve chances em 2008. É jovem e marca bem, mas também apresentou dificuldades para sair jogando.



Linha de 4 no meio-campo

Wendel - Muitos afirmam ser melhor que o titular Capixaba, mas continua na reserva. Tem muita velocidade e chega bem a linha de fundo. Não é “driblador”, mas cruza bem. Como é volante de origem, marca com eficiência e fecha muito bem o lado direito do campo.


Jumar - Marca forte, mas comete muitas faltas. Não tem a mesma eficiência de Pierre nos desarmes e quando sai jogando apresenta muita velocidade, mas apresenta certa deficiência nos passes mais longos.




Sandro Silva - Marca forte e não comete tantas faltas. Sabe sair jogando, mas às vezes erra passes bobos. Chega como elemento surpresa no ataque e finaliza bem. Reveza a posição de 1º e 2º volante com Jumar, conforme necessário durante o jogo.


Jefferson - Aparece como opção pela esquerda devido a sua velocidade. Porém, constantemente vai para o ataque e não volta, deixando uma avenida na esquerda e sobrecarregando a dupla de volantes que precisa fechar o meio-campo e a lateral esquerda. Pode ser o ponto fraco da linha defensiva que Luxa monta na equipe pelo meio.

Linha de 2 armadores


Evandro - Deveria estar sozinho como armador da equipe, porém, durante o jogo por muitas vezes “some” e o time não consegue criar. Com isso, Lenny acaba voltando para ajudá-la. Toca bem a bola pelo meio-campo, vira as jogadas, mas lhe falta objetividade, ser mais incisivo.

Lenny - Joga no ataque, mas volta para ajudar Evandro na armação de jogadas. Movimenta-se bem, cai pelos lados do campo e chega bem para chutar quando Max faz o pivô. Tem a proteção de dois volantes e três zagueiros e isso o deixa mais confiante para ousar nas jogadas.

Atacante

Max - Não fica isolado na área, pois os dois alas, assim como os dois meias se aproxima com freqüência. Faz bem o pivô, pode ser peça importante na jogada aérea e sempre prende junto a ele ao menos um zagueiro adversário, facilitando a vida dos companheiros de ataque.

A equipe reserva se fecha bem no meio-campo, pois a zaga não está entrosada e é muito jovem. Os alas apóiam bem e pelo Evandro e Lenny armam para receber na frente usando Max como pivô. Não é uma equipe ruim, mas também não é ótima, principalmente pela falta de entrosamento.

Quando Marquinhos se recuperar, o esquema tático das equipes mudará. Creio que ele também jogará como atacante, mas não se sabe se entrará na vaga de Diego Souza ou Willians.

Pois é, é assim que se apresentam as equipes titular e reserva neste início da temporada. Cabe ao técnico Vanderlei Luxemburgo solucionar os possíveis problemas e continuar com o que está dando certo.

Imagens - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Real Potosí x Palmeiras - Pré-jogo








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Estádio: Victor Agustín Ugante, Potosí - Bolívia
04/02/09 - 23h00
Árbitro: Carlos Galeano (FIFA-Paraguai)
Auxiliares: Oscar Vera (FIFA-Paraguai) e Rodney Aquino (FIFA-Paraguai)
Transmissão: SporTV ao vivo


O Palmeiras encara nesta quarta-feira às 23h, horário de Brasília, o Real Potosí, da Bolívia, em Potosí, pela partida de volta da pré-Libertadores. No jogo de ida o Palmeiras venceu por 5 a 1 e agora pode perder por até 3 a 0 que mesmo assim fica com a vaga para a Libertadores.

A equipe jogará sob a altitude de 4.000 metros da cidade de Potosí e isso foi um motivo de preocupação para a comissão técnica, que decidiu levar 9 jogadores da equipe titular para a Bolívia já na última sexta-feira para começar o processo de adaptação.

Os jogadores participaram de treinos físicos e táticos e os goleiros receberam um treinamento especial para que não sofressem com as conseqüências das trajetórias das bolas de longa distância que mudam conforme a altitude.

O restante do elenco chegou à Bolívia ontem e já seguiu para a integração com os outros companheiros. O elenco agora está completo, mas alguns jogadores já estão mais bem adaptados à altitude do que outros que chegaram por último.

O Palmeiras entrará com sua equipe titular à exceção do goleiro Marcos que ficou no Brasil para tratar de um problema na coxa. Bruno assume seu lugar e se mostra confiante para realizar mais uma estréia pelo Verdão.

O time adotará dois esquemas táticos diferentes. Como não precisará sair realmente para o jogo, o Palmeiras jogará sem pressa, suportando a pressão do adversário e principalmente aproveitando os contra-ataques.

Como a equipe boliviana precisa de 4 gols para passar à fase de grupos, irá atacar o Palmeiras desde o começo. Mas o Potosí não tem muita qualidade técnica como foi visto no jogo de quinta passada.

O Palmeiras deve manter a calma e provavelmente jogará no 3-6-1 quando estiver sem a bola. O trio de zaga continua o mesmo formado Maurício Ramos, Danilo e Edmílson. Este último será o capitão e também o líder do Palmeiras em campo.

No meio campo, Willians e Diego Souza serão os meias mais avançados e não darão espaço para os volantes do Potosí trabalharem a bola. Pierre, Cleiton Xavier, Capixaba e Armero formarão uma linha de defesa que terá como missão impedir a penetração do Potosí no campo do Palmeiras.

Keirrison ficará na frente, se movimentando para atrapalhar os zagueiros e esperando por um lançamento para facilmente ganhar a jogada na velocidade. Quando o Palmeiras tiver a bola, Diego Souza e Willians devem abrir pelas laterais e aguardar a aproximação de Cleiton Xavier e dos alas.

Se fizer isso o Palmeiras não se sentirá pressionado por todo o tempo. Deve fazer uma marcação forte, mas nem por isso precisa deixar de atacar. Até porque se marcar um gol praticamente elimina as chances de reação do Potosí.

Para o segundo tempo Luxa pode optar por Jumar ou Wendel para anular ainda mais os ataques do Potosí, e ainda por Lenny para aproveitar os contra-ataques do Palmeiras.

Confira agora a possível escalação do Palmeiras para o jogo contra o Real Potosí:
1 - Bruno - Estréia na Libertadores e terá mais uma vez a missão de substituir o ídolo Marcos. Deve ter calma e orientar bastante sua zaga junto com Edmílson. Tem de tomar cuidado para não tomar o amarelo por “cera” logo no início do jogo.

23 - Danilo - Se o meio campo conseguir se fechar, não deverá ter tanto trabalho. Deve ficar atento às bolas paradas.

3 - Edmílson - Será o líbero e o líder do time em campo. Em um grupo cheio de jovens será ele que determinará quando o time deve acalmar ou acelerar o jogo. Haverá muita gente no meio-campo, por isso será melhor que ele guarde posição.
15 - Maurício Ramos - Deve ter atenção com as bolas paradas e também com as faltas perto da área.
14 - Fabinho Capixaba - Será necessário fechar o meio-campo pelo lado direito e, além disso, aproveitar as brechas na marcação do Potosí para armar contra-ataques
5 - Pierre - Será o líder da equipe no meio-campo. Deve ter calmo por culpa dos cartões e, além disso, será o responsável por fechar o meio-campo do Palmeiras para os ataques do Potosí.
7 - Diego Souza - Deverá marcar quando o time for atacado e pode ajudar na bola aérea. Nos contra-ataques tem que soltar rapidamente a bola e abrir pela esquerda, encostando em Armero.

10 - Cleiton Xavier - Deverá ter calma e ficar a atento aos contra-ataques. Além disso, será o cérebro da criação do time. Deverá marcar, assim como fez no primeiro jogo.
6 - Armero - Deve anular os ataques do Potosí pela esquerda e aproveitar sua velocidade nos ataques do Palmeiras. Tem de aproveitar que já jogou na altitude e jogar em cima de Gatty.

8 - Willians - Deve marcar no meio-campo, mais avançado, assim como Diego Souza. No ataque deve encostar em Capixaba e ir para cima dos pesados zagueiros do potosí.
9 - Keirrison - Ficará solto no ataque e deve estar atento à linha de impedimento para poder aproveitar os lançamentos de seus companheiros.

Técnico: Vanderlei Luxemburgo - A equipe é jovem e ele deve manter a calma do time diante da pressão do Potosí logo no início. Precisa aproveitar os contra-ataques para liquidar a partida.

Imagens - Keirrison e Diego Souza - Antoine/AP
Real Potosí - Agencia EFE - Periodista Digital

Conheça mais detalhes do Real Potosí

O Palmeiras enfrenta novamente o Real Potosí pela pré-Libertadores nesta quarta-feira, às 23h, agora pelo jogo de volta. Você já sabe como joga o time boliviano, pois acompanhou no Blog Palestra a análise da equipe, publicada em 29 de janeiro.

O time terá que reverter a grande vantagem que o Palmeiras conseguiu na primeira partida. Em São Paulo, o Potosí perdeu para o Verdão por 5 a 1 e agora precisa vencer por 4 a 0 ou, se levar gol por 5 de diferença.

Tarefa difícil, que não é escondida nem pelos próprios jogadores do Potosí. O goleiro brasileiro Mauro Machado, que atua pelo time boliviano, não escondeu a desconfiança que tem em relação ao resultado que o Potosí precisa.

“Pensávamos que no caso de uma derrota por até dois gols, poderíamos reverter (...) De repente, a gente faz um gol de início. Isso pode animar o time. Vai ser complicado, mas vamos fazer o possível para dar uma alegria à galera aqui de Potosí”, afirmou o goleiro.

Ele afirma, porém, que fará de tudo para conseguir o resultado e que o Potosí, inclusive, já conseguiu grandes vitórias na altitude de 4.000 metros da cidade.

“Reconheço que está difícil pelo que aconteceu no Brasil. Mas já houve jogos aqui na altura em que a gente conseguiu ótimos resultados. O Palmeiras é um grande time e será complicado. Mas vamos dar nosso máximo”, concluiu em entrevista à Rádio Globo.

Um dos trunfos do Real Potosí para ganhar do Palmeiras nesta quarta-feira é se aproveitar dos possíveis efeitos que a altitude de 4.000 metros pode causar nos jogadores visitantes.

Alguns jogadores profissionais afirmam que quando iam jogar na Bolívia apresentavam sintomas comuns como náusea, enjôo, tontura, dor de cabeça e vômito. Com isso a partida seria muito mais fácil para os jogadores do Potosí que são acostumados à altitude.

Isso, porém, também foi praticamente eliminado pelo planejamento da comissão técnica do Palmeiras. Segundo especialistas na área da medicina esportiva, esses efeitos ocorrem com atletas que façam atividade física intensa já no mesmo dia em que chegaram à altitude, sem tempo para adaptação.

O Palmeiras então levou 9 jogadores da equipe titular para treinar e se adaptar aos possíveis problemas que a altitude pode causar. Essa adaptação dos principais jogadores do elenco do Palmeiras pode fazer com que o plano do Potosí de se aproveitar da altitude vá por água abaixo.

Sem a altitude o time do Real Potosí é muito fraco. Tem alguns jogadores visivelmente acima do peso e lentos demais, o que torna a equipe presa fácil para os rápidos e mortais contra-ataques do Palmeiras.

Se não conseguir marcar ao menos 2 gols durante o primeiro tempo o Potosí dificilmente conseguirá os 4 gols que precisa. E para marcar deverá arriscar os chutes de longa distância, que podem surpreender, e as bolas paradas, ponto fraco da defesa do Palmeiras.

Se tentar entrar na área alviverde tocando por baixo, dificilmente conseguirá algo. Também deve tomar cuidado com os contra-ataques. Se tomar um gol do Palmeiras dará praticamente adeus à vaga, pois teria que fazer 6 a 1 para classificar-se.

Se a missão já era quase impossível para o Real Potosí o Palmeiras fez questão de dificultá-la ainda mais. Confira abaixo a provável escalação do Potosí para o jogo desta noite:

Mauro Machado; Gatty, Rodriguez, Paz Garcia e Eguino; Suárez, Ortiz, Correa e Gallindo; Yeserotte e Horácio Fernandes Técnico: Vladimir Soria

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O melhor ataque do milênio!

É isso mesmo torcedor, o ataque do Palmeiras nesses primeiros cinco jogos da temporada é o melhor desde 2000. Essa afirmação não se baseia na qualidade do sistema ofensivo da equipe, afinal com apenas 5 partidas seria arriscado avaliar o setor inteiro de um time em formação.

É com base em números que o site Lancenet! apresentou a comparação. O Palmeiras até agora fez 15 gols na temporada em 5 jogos, média de 3 por partida. Um número alto se levado em conta que o ataque foi o setor mais criticado do time na pré-temporada.

Além disso, o Palmeiras conta hoje com apenas 4 atacantes de ofício: Lenny, Max, Daniel e Keirrison. Em 2000 sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o Palmeiras também marcou 15 gols nos cinco primeiros jogos.

A diferença entre o Palmeiras de 2009 para o de 2000 é que o time atual tem 100% de aproveitamento nos 5 jogos, enquanto o de Felipão teve 3 vitórias, 1 empate e uma derrota. Confira agora quem já marcou pelo Verdão em 2009, além de uma análise dos atacantes da equipe:

Keirrison - 4 gols
Lenny - 4 gols
Cleiton Xavier - 4 gols
Edmílson - 1 gol
Evandro - 1 gol
Diego Souza - 1 gol

Atacantes do Palmeiras:


Keirrison - A principal contratação do Palmeiras para 2009. O jogador é adorado pela torcida e já marcou 4 gols em 3 jogos. Joga na área, mas tem qualidade para buscar o jogo fora dela, se movimenta bem e cabeceia com qualidade. É um atacante quase completo.


Lenny - Não agradava os torcedores pela falta de gols na equipe em 2008. Em 2009, porém, ele está mais forte, mais confiante e já marcou 4 gols em 5 jogos. Cai bem pelos lados, dribla bem e vai pra cima do adversário sem medo. Agora está concluindo muito melhor.


Max - É um jogador pesado, forte e pode muito bem fazer o pivô ou aproveitar sua altura no jogo aéreo. Não é muito utilizado por Luxa, pois o técnico montou uma equipe leve, de toque rápido que foge das características do jogador. Pode ser importante caso o treinador necessite mudar o esquema da equipe de uma hora pra outra. Tem entrado bem nas partidas.

Daniel - É jovem, veio das categorias de base e precisa ser lançado com calma no time profissional. Tem o estilo de jogo parecido com o de Lenny, mas é mais imaturo. Rápido, dribla bem e sabe fazer bastantes gols também.



Imagens - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Luxemburgo pede calma e empenho para Lenny

O técnico Vanderlei Luxemburgo não se mostrou satisfeito com o assédio em cima do atacante Lenny pela imprensa após a vitória por 3 a 2 sobre a Ponte Preta no último domingo. Os 3 gols do Verdão foram marcados pelo atacante.

Luxa acredita que Lenny deve continuar trabalhando firme e não pode se deixar levar pelos elogios, caso contrário seu rendimento pode cair novamente.

“Eu vi as entrevistas do Lenny hoje e me assustei com a semelhança em relação ao Lenny de anos atrás, considerado um craque depois de um gol em cima do Cruzeiro (quando estava no Fluminense). Não falei com ele ainda, mas vou falar. Ele tem de continuar cavando barro duro atrás de minhoca”, afirmou Luxa.

Lenny foi muito assediado depois do jogo pelos programas esportivos na TV e no rádio. Além disso, o jogador foi muito procurado pelos fãs que acompanharam o embarque do elenco para Potosí nesta segunda.

“O Lenny fez três gols num jogo só, mas ainda tem de fazer muito mais. Não pode acontecer como da outra vez, que falaram muito dele e depois ficou sumido”, concluiu Luxa.

Imagem - Agência/AE

Palmeiras vai de táxi para Potosí

Não bastasse a altitude de 4.000 metros da cidade de Potosí, que promete ser uma pedra no sapato do clube paulista, toda a delegação será obrigada a ir de táxi para a cidade, onde ocorre o jogo de volta pela pré-Libertadores contra o Real Potosí, às 23h, horário de Brasília.

A delegação está em Sucre, e a estrada até Potosí, local da partida, é estreita e sinuosa, o que atrasaria demais a viagem se fosse feita em ônibus. “Eu acho que para chegar nesse estádio a estrada é perigosa, então o ônibus demora o dobro do tempo. O táxi leva as pessoas bem confortáveis, não vai ter problema”, afirmou Bruno à Rádio Record.

Além disso, o frio que deverá fazer na hora da partida também á algo que preocupa de certa forma os jogadores e comissão técnica.

“Na hora do almoço tem sol forte, depois a temperatura começa a cair. No jogo achamos que vai estar bem frio”, concluiu o goleiro Bruno.

Imagem - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Palmeiras - Sinais!

O Palmeiras está voando em certos fundamentos, deve estar alerta a outros e focar os treinamentos em determinado aspecto do time. Confira agora quais são eles!

Sinal Verde

Para a presença de Lenny no elenco! O jogador, mesmo que continue na reserva, é sempre uma boa opção para o jogo, caso necessário. O atacante está muito bem em 2009 e pode ajudar a equipe a qualquer momento.

Sinal Amarelo

Para as falhas da defesa! Não são freqüentes, mas são falhas ingênuas. No segundo gol da Ponte os jogadores ficaram esperando pela marcação de uma falta. O juiz deu vantagem e o Palmeiras sofreu o gol.

Sinal Vermelho

Para a ineficiência de Evandro! Não acho o meia ruim, mas deve aparecer mais para o jogo, chamar a responsabilidade em jogos como o do último domingo. Não pode se omitir do jogo. Isso já ocorre desde a temporada passada.

Imagem - Google Images

Entrevistas - Pós-jogo

Os jogadores e o técnico do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo, concederam entrevistas aos jornalistas após o jogo contra a Ponte Preta, no último domingo. Confira agora, os principais trechos das entrevistas exibidas nos sites Globo Esporte. com, Lancenet!, e Gazeta Esportiva. Net:

Luxemburgo:

· Sobre Lenny: “O Lenny está em uma fase de mutação. Ele era um moleque criado pela avó, passou a ser filhinho do papai e agora é um moleque de rua. Só não pode ser aquele moleque malandro (risos). Ele é um moleque muito bom, de bom caráter. Quando falei que era criado pela avó era uma pancadinha nele para ficar alerta”.
· Sobre o jogo: “A vitória foi ótima e importante porque continuamos na liderança. Estamos no caminho certo. Esse grupo já jogou junto. O Jumar e o Sandro Silva fizeram vários jogos no ano passado, assim como o Jefferson. O Max deu um belo passe para o Lenny marcar. A dupla de zaga é nova, mas deu segurança”
· Estréia de Souza, o Sarará: “O legal desse jogo foi ver o Sarará jogando. Ninguém o conhecia. Ele queria entrar direto sem perguntar quem sairia. A gente deu muita risada com isso no banco de reservas”.

Lenny:

· Declaração de Luxa: “O que ele me disse não mexeu pelo lado ruim. Se eu tomo um tapa na cara, quero dar outro. Tenho personalidade forte. Quando alguém fala, não quero revidar, mas mostrar. Acho que ele falou aquilo porque sabia que eu queria responder. E a melhor forma é dentro de campo”
· Nova fase: “A fase é boa, mas tenho que continuar trabalhando. Boas fases virão, assim como as ruins. Tenho que estar sempre preparado para quando o Vanderlei achar necessário me escalar”.
Cleiton Xavier, na Bolívia:

· Sobre o time que venceu a partida: “Torcemos bastante. Sabíamos da capacidade desse grupo e o resultado foi muito bom”.

Antonio Mello (preparador físico):

· Condições físicas do time no jogo: “Mesmo com o calor de Campinas, o grupo correu e se apresentou de uma forma impecável. Estão todos de parabéns. Possuímos um elenco de alto nível”.

Imagem - Marcos Ribolli/Globo Esporte.Com e Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Fonte das entrevistas: Globo Esporte. com, Lancenet! e Gazeta Esportiva. Net

O melhor e o pior!

Você confere abaixo qual foi o melhor e o pior jogador do Palmeiras na partida contra a Ponte Preta. Lembrando que os jogadores foram escolhidos de acordo com o seu desempenho apenas nesse jogo!

O Melhor!
Lenny - O atacante marcou os 3 gols da vitória do Palmeiras. Movimentou-se bastante, chamou o jogo, sofreu faltas e ainda mostrou personalidade no lance do pênalti. O jogador está mais confiante e fez grandes partidas pelo Palmeiras nesse ano.

O Pior...
Wendel - Originou a jogada do primeiro gol da Ponte, não subiu ao ataque e na defesa apenas guardou seu espaço. Não fez uma boa partida, principalmente se comparado ao que jogou contra o Marília na terceira rodada do Paulistão.

Imagens - Lenny - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras
Wendel - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Ponte Preta 2 x 3 Palmeiras - Análise do jogo

Súmula

O Palmeiras venceu a Ponte Preta neste domingo por 3 a 2 em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Paulista de 2009. Os gols do Verdão foram marcados pelo atacante Lenny, enquanto os da Ponte foram marcados pelos meias André e Leandrinho.

Como foi a partida?

O Palmeiras entrou em campo com a equipe reserva, pois o grupo titular já está na Bolívia se preparando para a partida de volta contra o Real Potosí, próxima quarta-feira, pela pré-Libertadores.

No mesma esquema 3-5-2, o técnico Vanderlei Luxemburgo constava apenas com os titulares Maurício Ramos e Danilo na defesa, pois não queria que o setor sofresse com a falta de entrosamento da equipe.

Logo aos 10 minutos, porém, a única defesa que ainda não havia sido vazada no Paulistão, sofre seu primeiro gol. Jumar, da lateral esquerda da defesa, chuta a bola pra frente que é rebatida e volta para o campo de defesa do Palmeiras.

Wendel tenta tirar, mas dá a bola de presente para André. O meia avança e diante da indefinição de Maurício Ramos se projeta ainda mais para frente da área. Ele ameaça bater e com isso tira Danilo da jogada.

O meia então bate firme no canto, sem chances para o estreante Deola, e marca o primeiro do jogo. Todos imaginavam que o Palmeiras sentiria o gol e puxaria o freio no jogo.

O meio-de-campo do Palmeiras estava inativo. Wendel, quem diria, e Jefferson não subiam para o ataque e deixavam Evandro sobrecarregado com a armação de jogadas do time. O meia, que carece de objetividade, não conseguia criar para o ataque, que tinha Lenny em constante movimentação e Max sempre à frente da zaga para fazer o pivô.

Até que aos 15 minutos da etapa inicial Jefferson toca para Sandro Silva que faz um passe longo para Max que de frente para a zaga toca de lado para a passagem de Lenny que vinha da esquerda.

O atacante com calma chuta no canto direito do goleiro Aranha e empata a partida, para alívio da torcida do Palmeiras presente ao Moisés Lucarelli. A partir daí o ritmo do jogo caiu, também pelo forte calor que fazia em Campinas ao horário da partida.

A Ponte atacava pela esquerda aproveitando os espaços deixados por Jefferson, que apenas cercava os adversários. O trio de zaga estava posicionado em linha, sem a presença de um líbero, o que facilitava o ataque da Macaca.

Aos 29 a Ponte chegou com real perigo em um chute de Tinga. Deola fez grande defesa e mandou para escanteio. As equipes voltaram para o segundo e logo no primeiro minuto da etapa final o placar foi novamente alterado.

Wendel roubou a bola no campo de defesa e tocou para Sandro Silva que rapidamente deixou a bola com Evandro. O meia lançou Jefferson que avançou pela esquerda e cruzou. O atacante Lenny contou com a indefinição da zaga da Ponte para marcar seu segundo gol no jogo e virar o jogo para o Palmeiras.

A torcida verde, porém quase não teve tempo para comemorar. Na saída de bola a zaga do Palmeiras parou esperando a marcação de uma falta para a Ponte. O árbitro deu vantagem e Tinga lançou Leandrinho nas costas de Jéci.

O jogador tocou na saída do goleiro Deola e empatou novamente o jogo. Luxemburgo então tirou Max e colocou Daniel com a orientação de jogar aberto pela direita do ataque. Lenny faria a mesma função pela esquerda em cima do zagueiro Marinho.

Além disso, o técnico promoveu a estréia do meia Deyvid Sacconi, que não jogava desde o Paulista do ano passado por conta de uma grave lesão no joelho, e também do volante Souza, formado nas categorias de base do clube.
Os dois entraram cheios de vontade e aos poucos foram levando o time ao ataque com organização. Aos 38, no entanto, Deola teve de fazer uma grande defesa para evitar que a Ponte marcasse o terceiro.

Aos 40, o atacante Leandrinho levanta demais o pé e atinge o peito de Jefferson em uma jogada perigosa. O jogador é expulso com cartão vermelho direto. Era a chance de ouro para o Palmeiras ir pra cima.

Aos 42, Deyvid recebe toque de Wendel na área e tenta ultrapassar Marinho, mas o zagueiro o atinge com um carrinho. Pênalti para o Palmeiras. Lenny, mais uma vez ele, cobra e marca seu terceiro gol no jogo. Final de jogo: Ponte Preta 2 x 3 Palmeiras.

Com a vitória o Palmeiras segue na liderança isolada com dois pontos a mais que o Corinthians, segundo colocado, e 5 em relação aos rivais Santos e São Paulo. Já a Ponte fica na 13ª colocação com 4 pontos, oito a menos que o Palmeiras.

O Verdão agora disputará a partida contra o Noroeste, válida pela 5 ª rodada do Estadual, apenas no dia 17 de março, já que a partida foi remarcada por conta da pré-Libertadores. Com isso o Palmeiras encara agora o Santos pela 6ª rodada do Paulistão no próximo domingo, dia 8 de fevereiro, no Palestra Itália.

Já a Ponte enfrenta o Marília no Moisés Lucarelli na próxima quarta-feira às 19h30.

Imagens - Ari Ferreira

Ponte Preta 2 x 3 Palmeiras - Ficha técnica

Data: 01/02/09
Horário: 17h00
Local: Estádio Moisés Lucarelli, Campinas - SP
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (FIFA /SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA/SP) e Everson Luiz L. Soares (SP)
Público: 8.718 expectadores
Renda: R$ 146.234,00
Gols: Palmeiras - 1º - Lenny, aos 15 minutos do primeiro tempo, após passe de Max
2º - Lenny, a 1 minuto do segundo tempo, após cruzamento de Jefferson
3º - Lenny, aos 43 minutos do segundo tempo, após pênalti em Deyvid Sacconi
Ponte Preta - 1º - André, aos 11 do primeiro tempo, em jogada individual
2º - Leandrinho, aos 2 do segundo tempo, após lançamento de Tinga
Cartões Amarelos: Palmeiras: Maurício Ramos, Wendel e Max
Ponte Preta: Rodrigo Ninja, Marinho e Edílson
Cartão Vermelho: Ponte Preta: Leandrinho

Notas:

Palmeiras

Deola - 7,5 - Não teve culpa nos gols, gritou bastante com sua defesa e fez pelos menos duas defesas importantes.
Maurício Ramos - 5,5 - Bobeou no lance do primeiro gol, permitindo que André avançasse com a bola livremente.
Danilo - 6,5 - Esteve presente nas panes da defesa alviverde. Foi bem pelo alto.
Jéci - 6 - Foi bem nos desarmes, mas bobeou no lance do segundo gol que poderia ter determinado o resultado do jogo.
(Souza) - 6 - Entrou para avançar o time nos minutos finais e conseguiu. Estreou cheio de motivação e vontade.
Wendel - 4,5 - Quase não foi visto durante todo o jogo. No ataque não aparecia e na defesa apenas guardava espaço. Falhou no lance que originou o primeiro gol da Ponte, mas deu o passe para Sacconi sofrer o pênalti.
Sandro Silva - 7 - Foi o mais eficiente no meio-campo. Iniciou a jogada que resultou no primeiro gol do Palmeiras e buscou tocar e trabalhar bem a bola.
Jumar - 5,5 - Muitas faltas e passes errados, mas foi firme na marcação quando necessário.
Evandro - 6 - Os alas não subiram e ele também não participou efetivamente do jogo. Não fez uma grande partida. Errou muitos cruzamentos.
(Deyvid Sacconi) - 7,5 - Entrou no final e conseguiu cavar o pênalti que decidiu a partida.
Jefferson - 6 - Deixou uma avenida pelo seu lado no campo, mas foi muito bem no lance do segundo gol do Palmeiras.
Lenny - 9 - Buscou o jogo desde o início, sofreu faltas, se movimentou muito bem e marcou dois belos gols. No final fez o terceiro de pênalti, com muita personalidade.
Max - 6,5 - Fez grande jogada para o primeiro gol de Lenny. De resto, tentou, tentou, mas não conseguiu marcar o seu e foi substituído.
(Daniel) - 6,5 - Entrou para deixar o ataque mais leve e solto. Correu e tentou abrir o jogo para as laterais no pouco tempo que teve.

Vanderlei Luxemburgo - 8,5 - Mesmo com a equipe reserva e com o forte sol de Campinas o Palmeiras não se intimidou com a Ponte. As alterações surtiram efeito, mas a defesa errou duas vezes.

Ponte Preta - 5,5 - Não aproveitou a pequena vantagem que tinha sobre o Palmeiras em certos momentos. A zaga é lenta e pesada demais e hoje falhou em demasia.

Imagem - Ernesto Rodrigues/AE

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Presidente da Juventus não libera Amauri


Em entrevista para o jornal italiano Gazzetta dello Sport o presidente da Juventus vetou a participação de Amauri no amistoso entre Brasil e Itália. O clube italiano alegou que ele foi convocado fora do prazo regulamentar da Fifa de 14 dias de antecedência, que nada pode fazer nesse caso.


"A Juventus não vai deixar Amauri partir [para defender o Brasil]. Pensamos que ele precisa se concentrar mais no clube", afirmou Cobolli Gigli, presidente do clube, ao veículo italiano.


Amauri aguarda ainda a documentação que permitirá que ele atue pela seleção italiana e, segundo o mesmo site, o jogador aguarda ainda um contato de Marcelo Lippi, técnico da azzurra.
Foto: Agência / EFE

Palmeiras faz primeiro treino na altitude

O Palmeiras já treinou neste sábado na altitude de Sucre, na Bolívia. A atividade durou cerca de uma hora e incluiu um trabalho físico com e sem bola, além de treinamento para passes de longa distância.

Os goleiros tiveram um treino específico, pois são os que mais sofrem com o efeito da altitude no futebol em si. “Ela muda um pouco de trajetória dependendo da distância do chute. É muito mais rápida. Mas com treinos específicos, certamente dá para se adaptar”, afirmou o titular Bruno.

Já os jogadores de linha afirmaram os efeitos da altitude, mas minimizaram suas conseqüências. “A respiração fica um pouco diferente, mas tudo dentro da normalidade. Treinamos bastante tempo e foi muito bom”, revelou Edmílson.

“Foi um treino muito proveitoso. Não fizemos nada diferente daquilo que estamos habituados. Nesse primeiro treino, introduzimos a utilização da bola e uma corrida média de boa intensidade. Nós fizemos com que os jogadores identificassem o clima, e todos eles foram muito bem. A partir dos próximos treinos, vamos intensificar os trabalhos”, comentou Antonio Mello, preparador físico.

Algo que ajudar a minimizar os efeitos da altitude, segundo o fisiologista Cláudio Pavanelli, é a alimentação. “Não existe uma fórmula mágica, mas o recomendável é fazer uma alimentação balanceada, rica em carboidrato e com menos proteína”, revelou.

“Já joguei em La Paz com a seleção de base da Colômbia e em outros lugares, como Quito. É verdade que, quando você corre, sente um pouco mais de dificuldade para respirar, mas não é nada que possa nos atrapalhar”, concluiu o confiante lateral Armero.

Sucre está a 2.800 metros do nível do mar e Potosí, local da partida de quarta-feira, a aproximadamente 4.000. O técnico Vanderlei Luxemburgo viaja com o restante do elenco e da comissão técnica na próxima segunda para a Bolívia.

Imagem - Divulgação/Assessoria de Imprensa do Palmeiras

Ponte Preta x Palmeiras - Pré-jogo







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Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
01º/02/09 - 17h00
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (FIFA-SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP) e Everson Luiz L. Soares (SP)
Transmissão: Rede Globo e Bandeirantes ao vivo, para a cidade de São Paulo

O Palmeiras encara neste domingo às 17h00 a Ponte Preta, em Campinas, no Estádio Moisés Lucarelli, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Paulista de 2009. O Verdão era líder do torneio, porém, com a vitória do Corinthians sobre o Oeste, o time precisa da vitória para volta à ponta da tabela.

A equipe entrará em campo com o time quase todo reserva, pois 8 jogadores do time titular já viajaram para a Bolívia para começar a adaptação à altitude da cidade de Potosí, local da partida de volta, quarta-feira, contra o Real Potosí pela pré-Libertadores.

Além disso, o goleiro Marcos se machucou e está fora dos dois próximos jogos do Verdão. Na pré-Libertadores será substituído por Bruno e na partida do Paulista seu sucessor será o terceiro goleiro Deola.

A zaga será formada por dois titulares e um reserva, que chegou a disputar as duas primeiras partidas do Estadual como titular. Jéci terá a companhia de Maurício Ramos e Danilo.

Opção acertada de Luxa. Primeiro que ao menos a defesa não sofrerá pela falta de entrosamento ou ritmo. E segundo porque esta era a zaga titular do Palmeiras até a chegada de Edmílson e de certa forma está entrosada.

Na ala direita o lateral Wendel deve ser uma das armas da equipe. O jogador tem se apresentado bem quando entra na equipe. Na ala esquerda Jefferson será o titular e sua velocidade também será importante.

Jumar e Sandro Silva irão alternar a posição de primeiro e segundo volante de acordo com a situação. Além deles, Evandro completa o meio campo. Uma nova oportunidade para o meia mostrar seu talento no Verdão.

O ataque será formado por Lenny e Max. O segundo ficará mais preso à área e pode fazer o pivô para quem vem de trás. A presença de Lenny será fundamental no jogo. O jogador deve se movimentar e agirá como um segundo meia armador, função que praticamente exerceu no primeiro tempo da vitória do Palmeiras contra o Marília, também com time reserva.

O Palmeiras com sua equipe titular joga no 3-4-3, apesar de entrar na formação de 3-5-2. A equipe reserva entra como 3-5-2, mas joga no 3-4-2-1. Mas as variações táticas do Palmeiras é assunto para outro post, que você confere aqui no Blog Palestra na próxima terça-feira!

Para vencer a Ponte a equipe terá de superar a falta de entrosamento e investir nas subidas dos laterais, na força da defesa, na presença surpresa de Sandro Silva no ataque e também na movimentação de Lenny.

No banco de reservas Luxa contará com os zagueiros Maurício e Paulo Miranda, o volante Souza, o meia Deyvid Sacconi, e o atacante Daniel.

Confira agora a possível escalação do Palmeiras para o jogo contra a Ponte Preta:

22 - Deola - Será interessante analisar a estréia do jogador pelo time principal. Todos afirmam que ele tem qualidade.

15 - Maurício Ramos - Tem entrosamento com Jéci pelo Coritiba e com Danilo pelos quatro jogos da temporada. Deve jogar firme atrás sem tomar cartões em faltas desnecessárias.

4 - Jéci - Deverá ser o líbero. Deve ter atenção às subidas dos laterais e jogar sério na defesa.

23 - Danilo - Será o líder da zaga e até do time! E deverá ter atenção no setor para que não ocorram falhas. Sua presença em campo é fundamental para esse jogo. Deve marcar o atacante da Ponte, Danilo Neco, que sai da área para jogar pelas laterais e precisará ser rápido.

17 - Wendel - Será fundamental à equipe. Deve usar bem a linha de fundo e contará com a ajuda de Lenny pelas laterais para encaminhar a bola até Max.

18 - Jumar - Deverá começar como primeiro volante, mas deve alternar a posição com Sandro Silva. Deve tomar cuidado com as faltas desnecessárias, principalmente perto da área.

2 - Sandro Silva - Será inicialmente o segundo volante e deve aparecer para o jogo, inverter as jogadas. Enfim, comandar o meio-campo da equipe. Pode ser uma boa presença no ataque, quando necessário.

27 - Evandro - Deve participar mais do jogo, ser mais incisivo, mais decisivo. Não pode esperar que alguém resolva o jogo por ele. Ele é quem deve chamar a responsabilidade pela criação.

16 - Jefferson - Sua arma será velocidade. Precisa caprichar no último passe e chegar mais á área adversária. Precisará fechar o meio-campo para evitar ataques da Ponte.

19 - Lenny - Será fundamental na partida e deverá atuar como um meia-atacante caso Evandro não consiga armar a equipe. É rápido e deve aproveitar porque a defesa da Ponte é lenta.

20 - Max - Pode fazer o pivô e buscar se movimentar para que não seja presa fácil da marcação da Ponte.

Técnico: Vanderlei Luxemburgo - Mesmo com o time reserva deve buscar a vitória. Precisa acalmar o time nos primeiros minutos, pois a pressão da Ponte deverá ser intensa e desorganizada. Pode colocar Sacconi e Daniel no segundo tempo.

Imagens - Lenny - Agência/Agência Estado
Marinho - Gil Leonardi

Conheça a Ponte Preta

O Palmeiras enfrenta a Ponte Preta pela quarta rodada do Campeonato Paulista neste domingo e você, torcedor, saberá agora como joga o adversário do Verdão da quarta partida do Estadual.

A Ponte Preta está em 10º lugar no Estadual com 4 pontos. O time ainda sente a falta do armador Renato, que foi vendido, e era o cérebro do meio-campo do time de Campinas. Com isso a equipe perdeu um pouco de sua força no meio-campo.

A maior dificuldade da Ponte Preta para a partida contra o Palmeiras diz respeito ao entrosamento da equipe. Por conta da derrota na última rodada para o Santo André, o técnico da Macaca, Sérgio Soares, fará alterações na equipe.

No meio-campo, Leandrinho deve entrar no lugar de Tinga e Bia deve deixar a equipe para a entrada de Willian. Aliando essas mudanças com a saída de Renato, que estava há tempos na equipe, é provável que a Ponte sinta a falta de entrosamento no setor durante o jogo.

Na lateral-direita outra mudança. Edílson se machucou no último jogo e será substituído pelo recém-contratado Nego. No treino de sexta-feira outra mudança, desta vez no ataque. O argentino Gustavo Savóia, referência no ataque da Ponte, teve um problema muscular e pode ser substituído por Leandrinho Costa.

Com todas essa possíveis mudanças é possível imaginar a Ponte Preta com um time desorganizado, sem entrosamento e isso pode ajudar o Palmeiras. A favor da equipe de Campinas está a torcida, que deve comparecer em peso ao Moisés Lucarelli.

“Estamos tentando acertar alguns setores, e com estas alterações, esperamos conseguir melhorar nosso desempenho. O Leandrinho já trabalhou como meia-atacante no ano passado, e tem cadência para isso. Já a saída de Tinga se dá pelo fato dele ainda ter que ser mais bem treinado para a função que eu quero dele”, revelou Sérgio Soares ao site oficial do clube.

No gol estará Aranha, que parecer repetir as boas atuações do Campeonato Paulista do ano passado. A terá o experiente zagueiro Marinho que ficou conhecido no Corinthians. O zagueiro era muito criticado pela torcida alvinegra.

Além dele, Gum completa o setor do time, que jogará no esquema 4-4-2. O time deve pressionar o Palmeiras nos minutos iniciais para furar a defesa do Palmeiras, que até agora não tomou gols no Campeonato Paulista.

Caso não consiga marcar logo no início, o jogo deverá ficar de igual para igual. O resultado dependerá, principalmente, de quem errar menos. Conheça agora a provável escalação Ponte Preta para o jogo contra o Palmeiras:

Aranha; Nego, Marinho, Gum e Rodrigo Ninja; Deda, Willian (Bia), André e Leandrinho; Gustavo Savóia (Leandrinho Costa) e Danilo Neco. Técnico Sérgio Soares.